
Em Minas Gerais, imigrantes internacionais vivem em todas as regiões do estado. Em 2018, o número de imigrantes registrados chegou a mais de 35 mil. Desse total, a maior parte é de haitianos, seguida de colombianos e italianos, encontrados em maior número nos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Uberlândia. Para sistematizar e disponibilizar informações como essas, o Observatório das Migrações Internacionais do Estado de Minas Gerais (OBMinas) desenvolveu o Atlas Digital da Migração Internacional em Minas Gerais.
O atlas tem como proposta oferecer às escolas, à sociedade e às autoridades instrumentos que possam contribuir para o aprimoramento de políticas públicas voltadas para imigrantes. Nele, constam informações como idade, sexo, município de residência, país de nascimento e ocupação declarada dos imigrantes internacionais em Minas Gerais. “Ele foi concebido voltado para a área de educação, fundamental. No entanto, permite aos gestores fazer um levantamento sobre os imigrantes em um município, saber a idade, o sexo e a nacionalidade”, explica Duval Magalhães, professor do Programa de Pós-graduação em Geografia da PUC Minas e um dos organizadores do atlas.
O manuseio da ferramenta é simples. “É estruturado como se fossem lâminas de um power point dinâmico, onde a pessoa pode escolher o município que quer analisar, a microrregião, os anos”, conta o pesquisador. Em sua primeira versão, fornece dados entre os anos de 2010 e 2016. A ideia é que o projeto continue e amplie as bases de dados trabalhadas e a temporalidade, chegando até 2019.
Confira mais informações sobre o Atlas no Ondas da Ciência (aqui)!
Texto publicado originalmente no site Minas Faz Ciência. Para ler outros textos ou ouvir mais Podcasts clique aqui.
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