Publicado em 07 de nov. de 2020

Setor(es) Econômico(s)

Biotecnologia

Problema

A proteína C reativa (PCR) é considerada um importante marcador do risco cardiovascular e de doenças inflamatórias. Observa-se a possibilidade de estratificação de categorias de risco cardiovascular, de acordo com a concentração detectada de PCR. Concentrações abaixo de 1 mg/L são associadas a baixo risco, entre 1 e 3 mg/L são indicativas de risco moderado e acima de 3 mg/L demonstram alto risco. Valores acima de 10 mg/L são considerados sugestivos de alterações e possíveis respostas de fase aguda. As técnicas analíticas mais utilizadas para quantificar PCR em pacientes são relacionadas a imunoensaios, que incluem, por exemplo: ELISA e imunoturbidimetria. Ressalta-se que essas técnicas não permitem a detecção e a quantificação dessa biomolécula de forma rápida, de maneira portátil e utilizando pequenos volumes de amostra, como seria possível a partir da utilização de biossensores. Além disso, com a utilização de biossensores não seria preciso mão de obra qualificada e equipamentos dispendiosos com manutenção de alto custo como são necessários para as técnicas citadas. A quantificação desse marcador, a partir das técnicas de diagnóstico utilizadas atualmente inviabilizam o resultado rápido, já que as amostras sanguíneas necessitam de tratamento prévio (centrifugação por exemplo). Tendo em vista esses elevados números de óbitos decorrentes de doenças cardiovasculares, é preciso salientar a importância de métodos que visem o diagnóstico mais rápido destas doenças, como infarto do miocárdio, e que propiciem um tratamento precoce, com melhor prognóstico para os pacientes.

Solução

Esta invenção descreve uma metodologia para construção de um biossensor aplicado à detecção da proteína C reativa, utilizada como biomarcador para doenças inflamatórias e cardiovasculares, por meio de técnica eletroquímica.

Benefícios

A detecção e a quantificação dessa biomolécula por meio deste biossensor pode ser efetuada de forma rápida, de maneira portátil e utilizando pequenos volumes de amostra, não sendo necessário mão de obra qualificada e equipamentos dispendiosos com manutenção de alto custo como são necessários para as técnicas analíticas utilizadas atualmente.

Número do Processo no INPI

BR 10 2015 026870 0

Titular(es)

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU

Inventor(es), Autor(es) ou Melhorista(s)

  • Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU: atendimento@intelecto.ufu.br

Contato

Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU

atendimento@intelecto.ufu.br

Links úteis / Vídeos

Informações adicionais

Em funcionamento/escala laboratorial.


Se interessou pela tecnologia?

Caso tenha interesse em obter mais detalhes sobre essa patente ou discutir possíveis aplicações e parcerias, acesse o formulário de interesse e preencha suas informações.