Publicado em 09 de nov. de 2020

Setor(es) Econômico(s)
Biotecnologia
Problema
Formulações de tintas condutoras utilizadas em eletrodos impressos empregados como dispositivos eletroquímicos, ou destinados à fabricação de biossensores, utilizam majoritariamente pó de prata como elemento condutor, pois apresentam boa inércia eletroquímica, além de exibirem condutividades superiores, a um custo substancialmente menor que formulações com ouro e/ou platina. A prata fina precipitada, tendo granulometria adequada, pode ser produzida por redução de sais de prata, conforme descrito em patentes mas pode ser observado que muitos destes processos ainda não apresentam uma metodologia simples, ou empregam um grande número de etapas, aumentando consideravelmente o custo do produto final. Uma cobertura lubrificante das partículas condutoras faz-se necessária na preparação dos pós condutivos, pois os metais maleáveis necessitam de revestimento orgânico quando submetidos a processamentos (como moagens), visando evitar o fenômeno de soldagem a frio, que poderia ocasionar um indesejável aumento do tamanho de partícula do material. Essa camada orgânica também favorece a proteção do metal contra formações de óxidos, por inibir a exposição do metal à atmosfera. Os lubrificantes também devem ligar-se ao metal com relativa intensidade, apresentando difícil remoção e, portanto, precisam ser insolúveis nos solventes utilizados nas aplicações. Portanto existem fatores que necessitam ser otimizados no estado da arte da técnica para os métodos utilizados na produção de pós de prata.
Solução
Esta invenção descreve o preparo de flocos de prata, utilizados como aditivo em formulações, conferindo características condutivas à composições de tintas, onde a metodologia de preparo foi otimizada quanto ao processo de redução química, moagem, e utilização de lubrificante para revestimento da prata.
Benefícios
Esta invenção apresenta um método capaz de produzir um floco de prata com ampla aplicabilidade, alta pureza e baixo custo, conferindo alta condutividade elétrica às tintas e estabilidade sob longos períodos de estocagem, para emprego em dispositivos biossensores.
Número do Processo no INPI
BR 10 2012 012879-9
Titular(es)
- UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - FAPEMIG
Inventor(es), Autor(es) ou Melhorista(s)
- Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU: atendimento@intelecto.ufu.br Departamento de Proteção e Transferência de Conhecimento da FAPEMIG: dpt@fapemig.br
Contato
Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU: Departamento de Proteção e Transferência de Conhecimento da FAPEMIG: dpt@fapemig.br
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Para consultar o processo na íntegra e verificar seu status, basta acessar o INPI.
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