Resolução nº 009/2002 – INCLUI A UEMG NA RESOLUÇÃO Nº 006/2002 - FAPEMIG
RESOLUÇÃO Nº 009/2002 O Presidente do Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, no uso de suas atribuições legais, ouvido o Conselho Curador, em reunião do dia 09 de dezembro de 2002, Resolve: Art. 1º – Fica incluída a Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG […]
Institucional
Publicado em 30 de jan. de 2026 · Atualizado em 30 de jan. de 2026 · Leitura: 2 min
por Secom Sede
Para ouvir as demandas, expectativas e desafios dos ambientes promotores de inovação, o Governo de Minas reuniu representantes de parques tecnológicos, incubadoras, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), polos tecnológicos, hubs de inovação, Núcleos de Inovação tecnológica (NITs), aceleradoras e escritórios de ligação em um encontro marcado pela escuta qualificada.
“A pauta de inovação é extremamente relevante para nós. O Governo de Minas prioriza a inovação para o desenvolvimento econômico acontecer de forma ampla em todo o estado”, ressalta o secretário executivo de Estado de Desenvolvimento Econômico, Bruno Araújo.
Crédito: Ana Torres / Ascom Sede-MG
“Esse encontro é um processo de escuta com os ambientes promotores de inovação, figuras importantes no ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), que abrigam startups, desenvolvem empresas, atuam como incubadoras e promovem várias iniciativas relevantes para o desenvolvimento desse ecossistema”, destaca o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Luiz Gustavo Cançado.
Presente e participante ativa na reunião, a diretora executiva do Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ) e presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Adriana Faria, destaca que, para uma atuação efetiva, é necessário articulação entre os atores da tríplice hélice.
“É muito difícil trabalharmos políticas de apoio à inovação sem essa articulação entre governo, empresas, ICTs e, principalmente, os ambientes promotores de inovação. Essa escuta que a Fapemig e a Sede-MG estão fazendo é muito importante porque traz, de fato, as necessidades e visões para que a gente possa utilizar o recurso público de uma forma mais assertiva e contribuir melhor com o desenvolvimento econômico do estado”, destaca Adriana.
Escuta ativa
Dada as dimensões continentais do estado mineiro, esses ambientes apresentam realidades, potencialidades e desafios distintos. O papel da Sede-MG e da Fapemig é estar aberto às demandas de cada um, alinhar as expectativas e promover o acesso dessas instituições a recursos e oportunidades. A escuta ativa e a proximidade com esses agentes têm papel fundamental nessa atuação.
Os debates reuniram pontos estratégicos como gargalos operacionais, aprimoramento de processos, novas iniciativas e políticas públicas, com foco na integração da tríplice hélice e na efetividade das ações. As mesas de discussão também apontaram possibilidades de internacionalização dos ambientes de inovação, capacitação e retenção de recursos humanos e atração do setor empresarial.
Políticas efetivas
Durante o encontro, também foram apresentadas algumas das iniciativas que serão lançadas em breve pela Sede-MG e pela Fapemig. Os participantes puderam fazer sugestões, críticas e debater pontos relevantes para o aprimoramento dessas políticas.