Institucional
Publicado em 27 de jun. de 2019 · Atualizado em 27 de jun. de 2019 · Leitura: 0 min
por Tatiana Nepomuceno

Na última segunda-feira, dia 24 de junho, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), apresentou o Programa Centelha MG, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executado, em Minas Gerais, pela FAPEMIG. Iniciativa ocorreu durante a I Reunião Anual da Rede Mineira de Inovação, que ocorreu no BiotechTown, em Nova Lima. O objetivo do encontro foi aproximar e fortalecer as instituições integrantes do ecossistema de inovação, empreendedorismo e tecnologia de Minas Gerais e também ampliar o ambiente de troca de informações e experiências para o grupo. 

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores a partir da geração de novas ideias. Outro objetivo é disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país. Durante o evento, Thiago Morais explicou que o Programa Centelha MG é uma oportunidade de gerar negócios por meio da promoção de soluções inovadoras implementáveis. “A FAPEMIG será a executora do projeto, ou seja, a responsável pela logística de desenvolvimento, implementação e divulgação do Programa.”, conta.  De acordo com Morais, em Minas Gerais, a expectativa é que a Chamada Pública seja lançada em setembro. “Podem participar pessoas físicas, que atendam às exigências presentes no regulamento, ou empresas com faturamento anual bruto de até R$ 4.8 milhões, criadas e formalizadas a partir do programa ou com até 12 meses de criação, contados a partir do lançamento da Chamada.”, explica. 

A expectativa é que, em Minas Gerais, o Programa receba 1 mil inscrições, permitindo a multiplicidade de projetos com temáticas e vertentes diversas. Morais explicou como será o processo de seleção. “Das 1 mil ideias inovadoras submetidas, serão selecionados, na primeira fase, 200 projetos que serão avaliados e passarão por uma triagem. Após esta triagem, já na segunda fase, será feita uma seleção dos 100 melhores para que, na terceira fase (final), sejam selecionadas 15 ideias que receberão o aporte de cerca de R$ 66 mil para saírem do papel e virarem um produto pronto para o mercado mineiro.”, declara. Cada uma das fases é composta por capacitações para que os proponentes aperfeiçoem seus projetos. “A ideia é gerar novas empresas, movimentar o ecossistema de inovação e levar soluções para o Estado.”, finaliza.

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