Publicado em 07 de nov. de 2020

Setor(es) Econômico(s)

Biotecnologia

Problema

Eletrodos impressos atualmente empregados como dispositivos eletroquímicos, ou destinados à fabricação de biossensores, normalmente são confeccionados com tintas condutivas que não foram fabricadas especificamente para esta finalidade, o que resulta em materiais cuja composição e pureza não apresentam propriedades importantes encontradas em eletrodos sólidos clássicos (ouro, platina, etc), tais como boa condutibilidade, geração de sinais eletroquímicos com baixos níveis de ruído elétrico ou inércia eletroquímica, ocasionando interferência na detecção de alvos específicos.

Solução

Esta invenção trata de uma metodologia de preparo de uma tinta de prata de alta condutividade elétrica, bem como sua composição, podendo ser utilizada para a construção de dispositivos para o diagnóstico de doenças.

Benefícios

  • A tinta de prata descrita nesta patente, em função de suas características, apresenta propriedades (alta condutividade e alto grau de pureza) adequadas para o preparo de eletrodos com aplicações analíticas, para a detecção de espécies químicas, biomoléculas como, por exemplo, em sensores e biossensores.

Número do Processo no INPI

BR 10 2013 001459 1

Titular(es)

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - FAPEMIG

Inventor(es), Autor(es) ou Melhorista(s)

  • Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU: atendimento@intelecto.ufu.br Departamento de Proteção e Transferência de Conhecimento da FAPEMIG: dpt@fapemig.br

Contato

Núcleo de Inovação Tecnológica da UFU: Departamento de Proteção e Transferência de Conhecimento da FAPEMIG: dpt@fapemig.br

atendimento@intelecto.ufu.br

Links úteis / Vídeos

Informações adicionais

Escala Piloto.


Se interessou pela tecnologia?

Caso tenha interesse em obter mais detalhes sobre essa patente ou discutir possíveis aplicações e parcerias, acesse o formulário de interesse e preencha suas informações.